De maneira lúdica e atenciosa, o psiquiatra atende a criança acompanhada do responsável, faz uma avaliação das sua condição e levanta o diagnóstico, para oferecer a melhor recomendação ou tratamento. É de extrema importância tratar de maneira especifica os sofrimentos mentais manifestados nesta fase, que exige tantas particularidades, além de um olhar do profissional totalmente desenvolvido. Desse modo, a criança conseguirá melhorar a qualidade de vida e evita o seu desenvolvimento prejudicado.
Em muitos casos, o profissional usa imagens ou pede para a criança realizar desenhos, que de maneira intrínseca, podem abrir caminhos iniciais para o trabalho do psiquiatra. Muito comum também é a utilização de jogos e brincadeiras desenvolvidos pelo próprio profissional, para chegar em determinadas respostas cruciais para um diagnóstico ou andamento de tratamento recuperativo.
Muitas vezes, por preconceito, os responsáveis preferem fingir não notar a real necessidade da criança. Já sabemos que as doenças da mente merecem e devem ser tratadas como todas as outras. Os sofrimentos da mente não partem de uma escolha pessoal, o indivíduo acometido não tem culpa de sua condição, principalmente se tratando de uma criança.
Sempre que tiver dúvida, leve a criança para uma consulta e tenha um diagnóstico formal.
A Dra. Bianca Di Giacomo, Médica especializada em Psiquiatria Infantil da Clínica Port está disponível para realizar o melhor diagnóstico e encaminhar um tratamento adequado.
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